sexta-feira, 31 de maio de 2013

DIY/FVM: bracelet made of plastic bottles and ribbons/pulseira feita de garrafa pet e fitas

quinta-feira, 30 de maio de 2013

DIY/FVM: ecological vegetable garden/hortinha ecológica






Suspended garden with herbs planted in parts of plastic bottles that were bolted on wooden boards (just to protect the wall). Before placing the land, put a piece of wool acrylic ($ 5 / m) to the land not escape through the opening or you can leave the bottle capped and can make a small hole in the lid (using a heated nail) for water does not accumulate.

Horta suspensa com ervas plantadas em partes de garrafas pet que foram aparafusadas em placas de madeira (apenas para proteger a parede). Antes de colocar a terra, coloque um pedaço de lã acrílica (R$5/m) para que a terra não escape pelo gargalo ou você pode deixar a garrafa tampada e pode fazer um pequeno furo na tampa (usando um prego aquecido) para que a água não acumule no potinho.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

DIY/FVM: pillow made umbrella/almofada feita de guarda-chuva

terça-feira, 28 de maio de 2013

DECORAÇÃO: luminárias feitas de sacolas de feira

Nova criação do designer e arquiteto Maurício Arruda, a série de luminárias pendentes Tereza traduz o colorido e a informalidade urbana tipicamente brasileira. Fabricadas manualmente em dois tamanhos, "Tereza" e "Terezinha" usam lâmpadas fluorescentes compactas e possuem inúmeras opções de estampas.



A série de luminárias é fruto de uma pesquisa que buscou novos usos para as clássicas telas plásticas coloridas, das tradicionais sacolas das feiras livres. As peças são combinadas com uma estrutura leve e dobrável – originalmente usada por pescadores como viveiro de peixes, tem montagem e transporte fácil. As luminárias Tereza podem ser utilizadas tanto individualmente quanto combinando diferentes tamanhos e cores, formando conjuntos.

Fonte: correioweb

segunda-feira, 27 de maio de 2013

DECORAÇÃO: hortas

Horta em formato de pirâmide economiza espaço e otimiza o ambienteNa forma de pirâmide, a horta pode segurar 3,5 vezes mais plantas por metro quadrado do que uma horta plantada de forma convencional



Quem não tem espaço suficiente para ter uma horta convencional, há várias ideias de pequenas hortas que otimizam o espaço. Uma ótima solução é a horta em formato de pirâmide, que comporta mais plantas em menos espaço.

O Triolife Planter Pirâmide, horta em formato de pirâmide, pode segurar 3,5 vezes mais plantas por metro quadrado do que uma horta plantada no mesmo espaço. Ele utiliza 6,5 metros quadrados de terra, mas ocupa bem menos espaço para o plantio. As prateleiras empilhadas permitem que as raízes das plantas tenham melhor proveito de um maior volume de terra e incentivem o crescimento de plantas vigorosas.

Ao elevar os canteiros do chão, eles são fáceis de alcançar para o plantio, cuidado e colheita e em uma altura que é agradável aos olhos. Aliás, esse detalhe (do alcance dos olhos) o faz perfeito também para servir de floreira.



Fonte: correioweb

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Curiosidades: luz branca de tablets e computadores é prejudicial à qualidade do sono

Em artigo na revista Nature, médico de Harvard afirmou esta tese. Smartphones, tablets e laptops. Pode não parecer, mas o uso desses equipamentos está diretamente ligado às noites maldormidas de muita gente. E não só porque eles têm a capacidade de prender a atenção até altas horas da madrugada. O problema está também na claridade que sai das telas. É o que argumenta, em comentário publicado esta semana na revista Nature, o neurologista Charles Czeisler, chefe da Divisão de Medicina do Sono da Universidade de Harvard. Para o especialista, a mudança no tipo de luz emitida pelos aparelhos pode ajudar a aumentar a qualidade do sono das pessoas e trazer importantes benefícios para a saúde delas.

Czeisler afirma em seu texto que, muitas vezes, a culpa de uma noite insone é colocada sobre o café, mas as pessoas geralmente ignoram um fator essencial: a exposição constante a luzes artificiais. “Muitas razões pelas quais as pessoas têm sono insuficiente começam cedo, no trabalho ou na escola, ou estão em comidas e bebidas ricas em cafeína. Mas o fator principal é muitas vezes desvalorizado: o avanço tecnológico. A luz artificial afeta nosso ritmo circadiano e é mais poderosa do que qualquer droga”, escreve o pesquisador.

De acordo com o médico, o corpo humano é muito afetado pela luz que chega às retinas. E ele não parece estar preparado para esse excesso de claridade artificial que prossegue depois de anoitecer. Assim, o ciclo diário do corpo acaba desregulado, prejudicando, entre outras funções, o sono. “A luz artificial que atinge a retina entre o anoitecer e o amanhecer exerce efeitos fisiológicos por meio da visão. Inibe substâncias necessárias para promover o sono, ativa neurônios e cria uma excitação que suprime o lançamento noturno da melatonina, hormônio responsável por produzir o sono”, enumera o especialista.

DIY/FVM: customize pillows without sewing/customizar almofadas sem costurar

 
Place the pillowon the fabric; Cover the pillow, folding the fabric on it; Fold the ends forming a triangle and cover the pillow: Tie a knot and hide the ends. Finished! A new old pillow!
Coloque a almofada sobre o tecido; Cubra a almofada, dobrando o tecido sobre ela; Dobre as extremidades formando um triângulo e cubra a almofada; Dê um nó e esconda as pontas. Prontinho! Uma nova velha almofada!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

ENTRETENIMENTO: tortura moderna

"Tenta sim. Vai ficar lindo..."

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de "Calígula" com "O albergue".

Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo.
De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?
- .é... é, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma esp átula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo: "Baixe a calcinha".... como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...namorar?!... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada. Mas eu ainda estou na luta...

Fica a minha singela homenagem para nós mulheres!

Fonte: blog feiosnamoda